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O primeiro discurso do presidente eleito Jair Bolsonaro

28 de outubro de 2018 21:060 comentários
O primeiro discurso do presidente eleito Jair Bolsonaro

Jair Bolsonaro fez na noite deste domingo (28) o seu primeiro discurso público após ter a vitória nas urnas confirmada. O presidente da República eleito pelo PSL acompanhou a apuração ao lado da família, na casa dele, que fica na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

“Fizemos uma campanha diferente das outras. Nossa bandeira, nosso slogan, eu fui buscar naquilo que muitos chamam de caixa de ferramentas para consertar o homem e a mulher, a Bíblia sagrada”, começou Bolsonaro  em vídeo no Facebook.

Logo depois do discurso feito pelo Facebook, Jair Bolsonaro falou à emissoras de TV.

“Queria pedir sabedoria pra que nós possamos continuar nossa jornada na Presidência da República”, começou.

“Nosso governo será formado por pessoas que tenham o mesmo propósito de cada um que me ouve, de transformar o Brasil numa livre e próspera nação. Liberdade é um princípio fundamental. Liberdade de ir e vir, de andar nas ruas, liberdade de empreender, liberdades política e religiosa, ce fazer escolhas e ser respeitados por elas. O que ocorreu hoje nas urnas, não foi a vitória de um partido. O compromisso que assumimos com os brasileiros e de fazer um governo decente. Emprego, renda e equilíbrio fiscal são nosso compromisso”, disse Bolsonaro (PSL) em discurso”, acrescentou.

“O Brasil deixará de estar apartado das nações mais desenvolvidas. Buscaremos relações bilaterais. Recuperaremos o respeito internacional. Emprego, renda e equilíbrio fiscal é o nosso compromisso para ficarmos mais próximos de oportunidades e trabalho para todos. Quebraremos o círculo vicioso do crescimento da dívida, substituindo pelo círculo virtuoso de menores déficits. Somos um grande país e agora vamos juntos transformar esse país em uma grande nação, livre, democrática e próspera”, afirmou o presidente eleito.



“Não poderíamos mais ficar flertando com o socialismo, o comunismo, o populismo e o extremismo da esquerda. Todos compromissos assumidos serão cumpridos, com as mais variadas bancadas”, acrescentou o presidente eleito.

“O que eu mais quero é, seguindo ensinamentos de Deus, ao lado da Constituição brasileira e com uma boa assessoria técnica, isenta de indicações políticas, começar a fazer um governo que possa realmente colocar nosso Brasil num lugar de destaque. Temos tudo para ser uma grande nação. Vamos juntos mudar o destino do Brasil. Sabíamos para onde estávamos indo, agora sabemos para onde queremos ir”, finalizou Bolsonaro.

Logo depois do discurso feito pelo Facebook, Jair Bolsonaro falou à emissoras de TV.

“Queria pedir sabedoria pra que nós possamos continuar nossa jornada na Presidência da República”, começou.

“Nosso governo será formado por pessoas que tenham o mesmo propósito de cada um que me ouve, de transformar o Brasil numa livre e próspera nação. Liberdade é um princípio fundamental. Liberdade de ir e vir, de andar nas ruas, liberdade de empreender, liberdades política e religiosa, e fazer escolhas e ser respeitados por elas. O que ocorreu hoje nas urnas, não foi a vitória de um partido. O compromisso que assumimos com os brasileiros e de fazer um governo decente. Emprego, renda e equilíbrio fiscal são nosso compromisso”, disse Bolsonaro (PSL) em discurso”, acrescentou.

“O Brasil deixará de estar apartado das nações mais desenvolvidas. Buscaremos relações bilaterais. Recuperaremos o respeito internacional. Emprego, renda e equilíbrio fiscal é o nosso compromisso para ficarmos mais próximos de oportunidades e trabalho para todos. Quebraremos o círculo vicioso do crescimento da dívida, substituindo pelo círculo virtuoso de menores déficits. Somos um grande país e agora vamos juntos transformar esse país em uma grande nação, livre, democrática e próspera”, afirmou o presidente eleito.

Bolsonaro vence segundo turno e é eleito o novo presidente do Brasil

Com 55,13% dos votos, o capitão reformado superou Fernando Haddad, do PT, que teve 44,87 %

Com 55,13% dos votos, o capitão reformado superou Fernando Haddad, do PT, que teve 44,87 %

Os eleitores brasileiros foram às urnas neste domingo, dia 28 de outubro de 2018, e decidiram que Jair Messias Bolsonaro será o próximo presidente da República Federativa do Brasil.

Candidato ao Planalto pelo PSL, Bolsonaro venceu o segundo turno das eleições com 55,13 % dos votos, contra 44,87 % do adversário Fernando Haddad, do PT.

Capitão reformado do Exército e deputado federal há 27 anos, Bolsonaro assumirá o cargo executivo no dia 1º de janeiro de 2019, quando receberá das mãos de Michel Temer, em Brasília, a faixa presidencial.



Campanha

Jair Bolsonaro liderou as pesquisas de intenção de voto durante toda a campanha eleitoral. Na reta final, ele chegou a perder alguns pontos, mas mesmo assim venceu.

Antes do primeiro turno, no dia 6 de setembro, ele sofreu um ataque a faca durante um ato em Juiz de Fora (MG) e teve de passar por dois procedimentos cirúrgicos. Com a saúde debilitada, o capitão reformado passou a fazer campanha junto aos eleitores somente nas redes sociais, além das propagandas gratuitas de rádio e TV. Bolsonaro também evitou os debates contra Haddad no segundo turno, mesmo tendo liberação médica para participar.

Nono presidente da “Nova República”

Jair Bolsonaro será o 9º presidente da “Nova República”, que começou em 1985, após a Ditadura Militar. De lá até hoje, o Brasil foi governado por Tancredo Neves*, José Sarney (1985 – 1990), Fernando Collor (1990 – 1992), Itamar Franco (1992 – 1995), Fernando Henrique Cardoso (1995 – 2003), Luiz Inácio Lula da Silva (2003 – 2011), Dilma Rousseff** (2011 – 2016) e Michel Temer*** (2016 – 2018)

* Tancredo tinha posse marcada para o dia 15 de fevereiro de 1985, mas a cerimônia não chegou a acontecer porque o então presidente eleito ficou doente na véspera e acabou falecendo em 21 de abril do mesmo ano.

** Dilma, a primeira mulher a ocupar o cargo de presidente da República, teve o mandato interrompido no dia 31 de agosto, após um processo de impeachment.

*** Temer, vice de Dilma Rousseff, assumiu o Planalto após o impeachment da petista.

Amazonino admite derrota e deseja a Wilson Lima sabedoria em prol e do bem do povo do Amazonas – Assista o Vídeo

Amazonino admite derrota e deseja a Wilson Lima sabedoria em prol e do bem do povo do Amazonas – Assista o Vídeo

O governador Amazonino (PDT) reconheceu no início da noite deste domingo, a vitória de seu adversário em eleição de segundo turno, Wilson Lima. Em vídeo gravada e publicado nas redes sociais, o candidato derrotado desejou ao novo governador sabedoria, inteligência, equilíbrio  em prol e bem do povo do Amazonas.



Veja o vídeo

Wilson Miranda Lima desbanca Amazonino Mendes e é o novo governador do Amazonas, eleito com mais 58% dos votos válidos

Wilson Miranda Lima desbanca Amazonino Mendes e é o novo governador do Amazonas, eleito com mais 58% dos votos válidos

Wilson Miranda Lima, 42 anos, natural de Santarém (PA), é o novo governador do Amazonas com mais de 1 milhão dos votos contabilizados pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) em eleição de segundo turno realizada neste domingo histórico, 28.

Há 12 anos, o novo governador chegava a Manaus com um único projeto de vida: ocupar um espaço em um dos veículos de comunicação de Manaus, mesmo sem ser jornalista. Sonho realizado. Pouco tempo depois, Wilson Lima é contratado apresentador do programa Alô Amazonas, transmitido pela TV A Crítica, diariamente.

No comando do programa, Wilson Lima não só se destacou como apresentador mas, também, se manteve por 10 anos até o momento de se desincompatibilizar, por exigência da legislação eleitoral, no primeiro semestre deste ano, para realizar um segundo sonho que não trazia na sua velha, desbotada e puída mochila: o de ser governador do estado do Amazonas.

A popularidade alcançada a frente do combativo Alô Amazonas já se desenhava crescente já nos primeiros anos de atividade e, por insistente sugestão do imenso universo do telespectador, não tardou a despertar em Wilson Lima a ideia de concorrer a um cargo eletivo.

A dúvida era decidir o momento, a hora certa e o cargo que deveria concorrer. Cauteloso, antes de decidir pelo novo desafio, Wilson Lima realizou vários estudos de pesquisa com base científica se uma candidatura na atual conjuntura política era viável.

Ao aceitar o desafio, logo veio a primeira pesquisa Ibope de intenção de voto. O pré-candidato aparecia em segundo lugar, como 19 dos votos válidos, contra 29% conferidos a Amazonino Mendes.

Já como candidato oficial pelo PSC, coligação Transformação para um novo Amazonas, a segunda pesquisa divulgada pelo Ibope Wilson Lima deu um salto qualitativo de 19% para 32%, percentual que se distanciava por pequenos 3% dos 35% contabilizados pelo seu adversário.

No dia 7 deste mês, a vitória de Wilson Lima já não era novidade para ninguém e com 33,73% dos votos válidos se credencia para o segundo turno com o veterano Amazonino Mendes, que obteve 32,74% dos votos totalizados.

Durante atacado nos dois turnos pelo seu adversário, Wilson Lima enfrentou com parcimonioso equilíbrio toda sorte de vilania assacadas contra ele.

A eleição de Wilson Lima sepulta de vez, da história recente da política do Amazonas, a escola política comandada por Amazonino Mendes.

Eleito com mais de 58% dos votos contabilizados pelo TRE, Wilson Lima assume o governo do Amazonas com difícil tarefa de organizar a estrutura orgânica do estado, castigada pela incúria administrativa da velha escola que, ora, cede espaço aos ideais de um jovem político cheio de sonhos e com um rol interminável de promessas a serem cumpridas nos próximos quatro anos.

Que Deus abençoe e proteja o novo governo e o povo do Amazonas.

PERFIL WILSON LIMA – Do garimpo no Pará ao Governo do Amazonas

PERFIL WILSON LIMA – Do garimpo no Pará ao Governo do Amazonas

Wilson Miranda Lima, o governador eleito do Amazonas pelo Partido Social Cristão, é um dos personagens que consolidaram a narrativa de mudança na política brasileira nas Eleições de 2018.

Ele confirmou neste domingo (28) uma sólida vitória contra Amazonino Mendes (PDT), um dos caciques da política nacional, que desde 1983 foi três vezes de prefeito de Manaus e quatro vezes governador do Amazonas.



Com 97,41% das urnas apuradas, de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ele somava, às 20h15, um total de 1.020.568 votos, abrindo uma diferença de mais de 300 mil votos para o segundo colocado.

Wilson Lima tem como vice o defensor público Carlos Almeida (PRTB) e contou, em sua coligação, apenas com o apoio de um partido, a Rede Sustentabilidade.

Origens nordestinas – Wilson Lima nasceu em 26 de junho de 1976 no município de Santarém, no Pará, às margens dos rios Tapajós e Amazonas, distante 807 quilômetros de Belém.

Suas origens estão no Nordeste: o pai, o comerciante José Lins de Lima, já falecido, era do Ceará; a mãe, a dona de casa Maria Miranda Lima, é do Piauí. Foram para a Amazônia na década de 1970, em busca de uma vida melhor.

Mais velho de seis filhos, Wilson passou a infância e a adolescência no garimpo Creporizinho, município de Itaituba, no sudoeste do Pará.

Dessa época, lembra-se das pessoas varrendo as sarjetas em busca de restos de ouro e dos mergulhadores que vasculhavam as barrancas dos rios à procura do metal.

Trabalho como jornalista – Começou a trabalhar aos 15 anos, como locutor de rádio em Itaituba, onde também foi apresentador de TV. Em Santarém, começou a carreira como repórter de televisão.

Em 2006, decidiu mudar-se para Manaus. Na capital Amazonense, foi repórter de TV, apresentador de rádio e concluiu o curso de jornalismo.

Em 2010, assumiu a apresentação do programa Alô Amazonas, na TV A Crítica, líder de audiência no Estado. Comandou a atração até junho deste ano, quando o PSC confirmou seu nome para disputar o Governo do Amazonas.

Casado com Taiana Lima, professora do ensino fundamental na rede pública de Manaus, Wilson é pai de Ugo, 20, e Úrsula, 18, filhos de um relacionamento anterior.

Desafios à frente do governo – Sem nunca ter disputado cargo eletivo antes (chegou a ser indicado para a vaga de vice-prefeito em uma coligação nas eleições de 2016, mas seu nome não chegou às urnas), Wilson Lima terá pela frente o desafio de comandar um Estado três vezes maior que a Espanha, com graves problemas de segurança (nas cidades e nas fronteiras), baixos indicadores de saúde e educação, metade da população vivendo abaixo da linha da pobreza e um dos maiores índices de desemprego do Brasil.

Com colete à prova de balas, Bolsonaro vota no Rio de Janeiro

Candidato do PSL votou às 9h17 deste domingo

Candidato do PSL votou às 9h17 deste domingo

Usando um colete à prova de balas, o candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, votou neste domingo (28), às 9h17, na Escola Municipal Rosa da Fonseca, na Vila Militar, em Deodoro, na Zona Oeste do Rio.



Bolsonaro morreu pela boca, diz Dilma Rousseff ao votar

A ex-presidente votou cedo neste domingo (28) em Belo Horizonte

A ex-presidente votou cedo neste domingo (28) em Belo Horizonte

ex-presidente Dilma Rousseff (PT) votou cedo neste domingo (28) em Belo Horizonte e disse acreditar em uma virada de Fernando Haddad (PT).

“Bolsonaro morreu pela boca”, disse à reportagem, mencionando a fala do candidato do PSL sobre acabar com opositores e a fala do filho dele sobre fechar o STF.



A respeito de sua derrota em Minas, onde foi candidata ao Senado, Dilma disse que ficou estarrecida e que foi uma surpresa.

As pesquisas indicavam que a ex-presidente seria eleita. Dilma afirmou que é preciso investigar “o que aconteceu no WhatsApp”, referindo-se à reportagem da Folha de S.Paulo sobre disparos contra o PT pagos por empresários.

Dilma entrou por uma porta lateral do colégio onde vota na região da Pampulha. Veio sozinha e não houve tumulto.

A ex-presidente votou por volta de 8h05, logo que a escola abriu.

No primeiro turno, ela chegou a pé pela porta principal, acompanhada de deputados petistas por volta das 10h. Houve vaias e gritos de apoio.

A ex-presidente viaja ainda neste domingo para São Paulo, para acompanhar a apuração. Com informações da Folhapress.

Boca de urna persiste em era das redes sociais: ‘Difícil fiscalizar’

Segundo o Ministério da Segurança Pública, no primeiro turno, houve 1.372 flagrantes desse tipo de crime eleitoral

Segundo o Ministério da Segurança Pública, no primeiro turno, houve 1.372 flagrantes desse tipo de crime eleitoral

Na nona eleição presidencial após a redemocratização, em plena era da comunicação instantânea por celulares, por meio das redes sociais, a campanha de boca de urna é intensa no dia da votação. A prática é ilegal. Segundo o Ministério da Segurança Pública, no primeiro turno, houve 1.372 flagrantes desse tipo de crime eleitoral.

Pelos dados do ministério, foram registradas 247 ocorrências de propaganda eleitoral irregular e 51 casos de distribuição de material irregular de campanha. No total, 523 cabos eleitorais chegaram a ser detidos por causa desses crimes e de outros flagrantes.

O assédio aos eleitores e a propaganda política próximos aos locais de votação são proibidos pela Justiça Eleitoral (Art. 81 da Resolução nº 23.551/2017).

No entanto, a prática é muito comum para tentar obter o voto de eleitores indecisos ou desinformados sobre os candidatos.

De acordo com a cientista política Helcimara Teles, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), “é muito difícil controlar” a boca de urna. Segundo a especialista, disputas acirradas tendem a aumentar os casos.

O cientista político Márcio Malta, da Universidade Federal Fluminense (UFF), concorda que “é muito difícil de fiscalizar” a boca de urna em todos acessos às seções eleitorais.

À Agência Brasil, Márcio Malta disse que já trabalhou como mesário em Niterói (RJ) e percebeu que “muita gente acaba sendo influenciada” por “santinhos de candidato, que recebe ou até pega no chão”. “Não são poucos os eleitores que chegam para votar indecisos e que consultam às listas de nomes da Justiça Eleitoral para fazer escolha na hora”, acrescentou.

Pesquisas indicam que, em pleitos passados, 10% dos eleitores tomaram posição na última hora – percentual significativo especialmente nas disputas mais equilibradas como ocorre em alguns estados.

Para Malco Camargos, cientista político da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), a cada eleição, vem diminuindo os casos de boca de urna. Segundo ele, esta é a campanha eleitoral “com menor uso de papeis”. Com informações da Agência Brasil.

O especialista lembra que a campanha eleitoral, encerrada na última sexta-feira (26) no rádio e na televisão, continua em comunicações pessoais nas redes sociais e aplicativos, como Whatsapp, que poderão ser usados para tentar convencer até o último minuto antes do voto. “[A legislação proíbe no dia da votação] a publicação de novos conteúdos ou o impulsionamento de conteúdos nas aplicações de internet [pelos candidatos]”, explica o especialista. Com informações da Agência Brasil.

Barça e Real fazem 1º clássico sem Messi e Cristiano Ronaldo desde 2007

Torcedores terão um sentimento de nostalgia quando a bola rolar neste domingo, às 12h15 (horário de Brasília), no Camp Nou, pela 10ª rodada do Campeonato Espanhol

Torcedores terão um sentimento de nostalgia quando a bola rolar neste domingo, às 12h15 (horário de Brasília), no Camp Nou, pela 10ª rodada do Campeonato Espanhol

Acostumados com a acirrada disputa entre Lionel Messi e Cristiano Ronaldo pelo posto de número 1 do futebol nos últimos anos, os torcedores de Barcelona e Real Madrid terão um sentimento de nostalgia quando a bola rolar neste domingo, às 12h15 (horário de Brasília), no Camp Nou, pela 10ª rodada do Campeonato Espanhol. Será o primeiro “El Clasico”, como é conhecido o jogo de maior rivalidade do país e, talvez do mundo, sem contar com pelo menos um dos dois craques em campo desde 2007.

Naquele longínquo 23 de dezembro, o Real Madrid não se dobrou aos 98.248 espectadores e levou a melhor jogando na casa do rival, com gol do brasileiro Julio Baptista. O time comandado pelo alemão Bernd Schuster, e que seria campeão nacional naquela temporada, foi a campo com: Casillas; Sergio Ramos (Torres), Pepe, Cannavaro e Heinze; Sneijder (Gago), Diarra e Julio Baptista; Raúl, Nistelrooy e Robinho (Robben).



Já a equipe catalã contou com: Victor Valdez; Puyol (Zambrotta), Rafael Márquez, Gabriel Milito e Abidal; Deco (Giovani dos Santos), Yaya Toure e Xavi (Bojan); Ronaldinho, Eto’o e Iniesta. O técnico era o holandês Frank Rijkaard. “Vínhamos jogando muitos anos sem o Real vencer no Camp Nou. Tive a felicidade de marcar um gol e foi um dia muito especial”, disse Julio Baptista em entrevista à Liga Espanhola.

Desde que começaram a monopolizar o clássico, Messi e Cristiano Ronaldo conseguiram números impressionantes. Fora de combate após sofrer uma fratura no osso radial do braço direito, o argentino jogou contra o time da capital espanhola em 38 oportunidades e ostenta o posto de maior artilheiro do duelo, com 26 gols marcados, e maior passador, com 13 assistências para gols. Já Cristiano Ronaldo, que rumou para a Itália nesta temporada para defender a Juventus, divide com Di Stéfano o lugar de maior goleador dos madrilenhos no confronto. Foram 18 gols e uma assistência dada pelo português em nove anos no clube.

REAL MADRID EM CRISE

Sem grandes sustos no Espanhol e com 100% de aproveitamento nas três primeiras rodadas da Liga dos Campeões, o Barça chega para o jogo com favoritismo. Rafinha deve ficar com a vaga de Messi, machucado, e formar o ataque com Coutinho e Suárez. A única turbulência no time foram as vaias ao técnico Ernesto Valverde por tirar Arthur de campo contra a Inter de Milão. “Ele está jogando bem e estamos contentes. Troquei por causa de uma pequena sobrecarga e não quis arriscar, tendo em conta o que vem por diante.”

O Real vive um dos piores momentos de sua história. Contratado às vésperas da Copa do Mundo, fato que causou sua dispensa da seleção antes mesmo do início do Mundial da Rússia, o técnico Julen Lopetegui deve ser demitido em caso de derrota por causa de um início desastroso de temporada. No Espanhol foram nove jogos, com quatro vitórias, dois empates e três derrotas.

A equipe sente a falta de seu antigo goleador, CR7. Na última rodada, Marcelo colocou fim a segunda maior seca da história do clube. Foram 481 minutos – 8 horas e um minuto – sem balançar as redes. Os atletas garantem estar com o chefe. “Mudanças de técnico nunca são boas. Lopetegui tem o apoio do plantel”, disse Sergio Ramos após derrota para o Levante. Marcelo afirmou que o grupo está com ele “até a morte”. Isco deu um basta aos questionamentos sobre CR7. “Não podemos estar sempre falando de quem não está. Não podemos chorar por quem não quis ficar.” Com informações do Estadão Conteúdo.

Eleição de 2018 será lembrada pelos casos de violência, dizem analistas

Eleição de 2018 será lembrada pelos casos de violência, dizem analistas

Assassinatos, lesões, ameaças e ofensas fizeram destas eleições as mais violentas da história, dizem especialistas em segurança.

“É o pleito em que o tema esteve mais presente, tanto no número de agressões quanto nos discursos”, diz Renato Sérgio de Lima, 48, diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).

“A polarização levou pessoas a quererem impor verdades à força. Isso é ruim para todos, pois no dia seguinte teremos que conviver”, diz Elisandro Lotin de Souza, 45, sargento da Polícia Militar de Santa Catarina e presidente da Associação Nacional de Praças.



“Foi, sim, a eleição mais violenta, tanto na ideologia quanto entre eleitores. E não só desconhecidos, mas familiares, amigos”, diz Beatriz Pedreira, 32, cientista social e cofundadora do instituto Update.

Ela realça o que vê como um fator de agravamento: a recessão que precedeu o pleito. “A crise deixou as pessoas mais inseguras e fomentou medo, individualismo e violência.”

O site Vítimas da Intolerância, das ONGs Open Knowlegde Brasil, Brasil.IO e Agência Pública de jornalismo, totalizou quase 60 ocorrências ligadas às eleições, incluindo 36 homicídios e agressões.

Já a plataforma Violência Política no Brasil, dos portais Opera Mundi, Outras Palavras e De Olho nos Ruralistas, contabiliza 133 agressões por motivos políticos, incluindo oito mortes e 42 lesões corporais.

A maioria envolve ataques de apoiadores de Jair Bolsonaro (PSL) contra gays, mulheres e pessoas vestindo símbolos da esquerda, como bonés do MST ou camisetas do PT.

Houve também agressão no sentido oposto: um professor machucou a cabeça após ser agredido e cair, no centro de São Paulo, depois de gritar “Ele sim” a um grupo que protestava contra Bolsonaro.

Um dos episódios mais emblemáticos foi o do compositor e mestre de capoeira Romualdo Rosário da Costa, o Moa do Katendê, morto em Salvador a facadas.



Após ser preso, o agressor Paulo Ferreira de Santana afirmou que o ataque se deveu a divergência política, pois é eleitor de Bolsonaro, e Moa, que faria 64 anos nesta segunda (29), havia declarado voto em Fernando Haddad (PT).

Também em Salvador, um professor foi preso após tentar atropelar um homem que vendia camisas de Bolsonaro. A vítima não foi atingida.

Em Curitiba, um estudante que vestia boné do MST foi agredido com garrafadas por pessoas com camisetas de torcida organizada que, segundo testemunhas, gritavam “Aqui é Bolsonaro!”.

Um dos casos de maior repercussão teve a veracidade contestada. Uma estudante de 19 anos de Porto Alegre disse que foi atacada por homens que usaram um objeto pontiagudo para marcar em sua barriga um símbolo semelhante à suástica nazista. Baseada em laudo pericial, a Polícia Civil do estado concluiu que ela se automutilou.

Por outro lado, o total de agressões pode ser maior, já que há casos não registrados.

Na sexta (26), a atriz Monica Iozzi publicou um relato em suas redes sociais sobre um amigo gay gravemente agredido por um homem que se disse apoiador de Bolsonaro.

Além disso, a contabilidade não considera ameaças verbais, como a relatada por uma analista da ONG Todos Pela Educação ameaçada de estupro na avenida Paulista, em São Paulo –com medo, ela prefere não divulgar o nome.

“Ao dizer que minorias vão ter que se submeter à maioria, Bolsonaro autoriza a extinção corporal. Enquanto mulher, me sinto ameaçada”, ela diz.

A violência atingiu a classe política. O próprio Bolsonaro foi esfaqueado em um comício em Juiz de Fora (MG), em setembro. Em março, Marielle Franco (PSOL), vereadora do Rio, foi morta a tiros –a polícia não liga o caso ao pleito, mas investiga razões políticas.

Também em março, agressores atiraram contra um ônibus que levava 26 repórteres que cobriam eventos do PT no Paraná. Ninguém ficou ferido.

Segundo Lima, do FBSP, a radicalização dos políticos fez as pessoas se sentirem autorizadas a cometer atos violentos.

O acirramento atingiu a imprensa. A Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo) registrou 141 ameaças e agressões a jornalistas que cobriam as eleições.

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, determinou que a Polícia Federal investigue ameaças a Patrícia Campos Mello, repórter da Folha, e a Mauro Paulino, diretor-executivo do Datafolha. Elas ocorreram após reportagem do jornal mostrar que empresas estavam contratando disparos em massa anti-PT por WhatsApp. Com informações da Folhapress.

Polícia registra 11 prisões relacionadas à eleição nas últimas 24 horas

Polícia registra 11 prisões relacionadas à eleição nas últimas 24 horas

O Relatório do Centro Nacional da Secretaria Nacional de Segurança Pública mostra que foram realizadas 11 prisões relacionadas às eleições nas últimas 24 horas, conforme boletim produzido com dados até 18h14.

O documento mostra que Santa Catarina liderou as prisões com cinco casos, sendo quatro cabos eleitorais. Também houve prisões em Rondônia (3), Paraíba (2) e Pernambuco (1). Não há registro de detenções nas outras Unidades da Federação.



Nas 24 horas até 18h deste sábado, a central de monitoramento montada pelo governo federal registrou ainda 19 outras ocorrências diversas, como nove manifestações pacíficas, dois casos de distribuição irregular de material de campanha eleitoral, duas lesões corporais, uma compra de voto e um caso de dano, entre outros.

Segundo o relatório, foi mobilizado efetivo com 11.807 pessoas e 3.097 veículos para o trabalho de acompanhamento da campanha pelas forças de segurança nas últimas 24 horas. Com informações do Estadão Conteúdo.

Sobe para 11 o número de mortos em sinagoga nos EUA

Sobe para 11 o número de mortos em sinagoga nos EUA

Um atirador abriu fogo neste sábado (27) dentro de uma sinagoga em Pittsburgh, na Pensilvânia, deixando ao menos onze mortos, segundo autoridades policiais. Seis pessoas foram feridas, sendo quatro agentes.

O suspeito foi identificado como Robert Bowers, 46, de Pittsburgh. Ele foi transferido para o hospital Mercy, com múltiplos ferimentos de bala.



Wendel Hissrich, diretor de segurança pública do estado, descreveu a cena do crime como horrível, “a pior que já vi em minha vida inteira.” “É muito ruim”, afirmou.

O ataque está sendo tratado como crime de ódio e sob investigação pelo FBI (a polícia federal americana). O incidente ocorre após uma semana em que vários pacotes-bomba foram enviados a políticos e personalidades críticos a Trump.

O Departamento de Justiça informou neste sábado que, ao ser indiciado por crime de ódio e outros crimes, o atirador pode vir a ser condenado à pena de morte.

Segundo informações de testemunhas e do FBI, o atirador entrou na sinagoga Tree of Life armado com um fuzil AR-15 e três revólveres e gritou que “todos esses judeus merecem morrer”.

O atirador estava deixando a sinagoga, após o massacre, quando deparou com um policial, afirmou o agente especial Bob Jones, chefe do escritório do FBI em Pittsburgh.

Segundo o secretário da Justiça do estado da Pensilvânia, Josh Shapiro, o ataque ocorreu durante uma cerimônia para dar nome a um bebê , durante os serviços religiosos de shabbat, quando a sinagoga estava cheia.

“Este é possivelmente o maior ataque contra a comunidade judaica na história dos EUA”, afirmou Jonathan Greenblatt, presidente da Liga Antidifamação, de plataforma antissemita.

Em 2014, dois ataques a tiros contra um centro comunitário judaico e uma comunidade de aposentados, ambos em Overland Park, no estado de Kansas, deixaram três mortos.

O presidente dos EUA, Donald Trump, qualificou o ataque de um ato malévolo de assassinato em massa e pediu que todos os americanos se unam contra divisões e o ódio.

Trump afirmou que o antissemitismo “deve ser condenado e confrontado em todos e quaisquer lugares em que apareça”.

Em declarações anteriores, o presidente defendeu um endurecimento das leis que preveem a pena de morte. Afirmou que “o ódio tem de parar” e que “algo precisa ser feito”.

O genro de Trump, Jared Kushner, que também é seu assessor, é judeu. Sua filha Ivanka é judia convertida e seus netos são judeus.

Trump afirmou, porém, que o controle de armas não tem “nada a ver” com incidentes como este e que, se a sinagoga tivesse seguranças armados, o ataque talvez tivesse tido outro resultado.

Em julho, o rabino Jeffrey Myers, que dirige a congregação, acusou o governo americano de ser incapaz de aprovar leis importantes, como a de controle de armas, para proteger os cidadãos.

“Apesar de apelos contínuos para um controle de armas sensato e cuidados à saúde mental, nossos líderes eleitos em Washington sabiam que isso diminuiria com o tempo”, escreveu.

“A menos que haja uma reviravolta dramática nas eleições de midterms [legislativas], eu temo que o status quo permaneça inalterado e que os ataques a tiros em escolas voltem.”

O vice-presidente Mike Pence qualificou o ato como “um ataque à nossa liberdade religiosa”.

A sinagoga Tree of Life se descreve em seu site como uma congregação tradicional, progressista e igualitária.

Segundo o antigo chefe da congregação, Michael Eisenberg, policiais estão presentes na sinagoga apenas em grandes eventos religiosos. “Em um dia como hoje [sábado], a porta está aberta, você pode entrar e sair”, disse à TV KDKA.

No momento do ataque, estima-se que 100 pessoas estivessem no edifício. A maioria dos frequentadores é de maior idade. Com informações da Folhapress.

Dia ‘D’ retira 3,9 toneladas de resíduos das margens do igarapé no Parque do Mindu

Dia ‘D’ retira 3,9 toneladas de resíduos das margens do igarapé no Parque do Mindu

Um total de 3,9 toneladas de resíduos foi coletado na manhã deste sábado, 27/10, durante a atividade do Dia ‘D’ – Todos Contra os Resíduos Sólidos da Prefeitura de Manaus, realizada nas margens do Igarapé do Mindu, no trecho do curso d’água que corta o Parque Municipal do Mindu, no Parque Dez, zona Centro-Sul.

A ação, coordenada pelas secretarias municipais de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas) e Limpeza Urbana (Semulsp), reuniu aproximadamente 500 pessoas, que ajudaram no trabalho de retirada dos resíduos das margens do igarapé. No total, 22 big bags, cada uma com capacidade para 180 quilos, ficaram lotadas dos mais diferentes tipos de resíduos.



“O Parque do Mindu é um local emblemático e merece esse olhar cuidadoso por parte da sociedade. Daí nasceu essa iniciativa do Dia D, apoiada pelo prefeito Arthur Virgílio Neto, que foi responsável pela criação do Parque do Mindu e nutre um carinho especial por esta unidade de conservação”, explicou o secretário municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Antonio Nelson de Oliveira Júnior, na abertura do evento. Ele destacou a importância das parcerias para o êxito do Dia D. “Estamos no quinto ano consecutivo de realização da mobilização de combate aos resíduos, que já se incorporou ao calendário oficial de eventos do Parque do Mindu”, afirmou o secretário Antonio Nelson.

A iniciativa conta com a parceria da Keihin Tecnologia do Brasil, multinacional japonesa, com sede no Distrito Industrial. Além da Keihin, o evento contou com o apoio de outros parceiros como as instituições de ensino que realizam atividades acadêmicas no Parque do Mindu e a associação de catadores responsável pela gestão do Posto de Entrega Voluntária (PEV), instalado no parque.

O gestor do Parque do Mindu, José Feitoza, explica que o Dia D é resultado de um trabalho de sensibilização feito dentro e fora do parque ao longo de todo o ano. Nas edições anteriores, foram retiradas, em média, 8 toneladas de resíduos das margens do igarapé do Mindu. “Este ano, tivemos um quantitativo inferior ao normalmente registrado, o que para nós é bastante positivo”, afirmou o gestor. Nas margens do igarapé, foi possível encontrar resíduos como aparelhos de TV, colchões, pneus e garrafas pet.

Este ano, o tempo de coleta foi reduzido, mas tivemos a oportunidade de sensibilizar pessoas que a cada ano se comprometem com a causa do combate  aos resíduos sólidos flutuantes. “A adesão dos colaboradores aumentou e a sensibilidade das pessoas também. Esse é o maior legado”, frisou José Feitoza.

Fim de semana com programação diversificada na capital

Fim de semana com programação diversificada na capital

Programações para diversos públicos integram os eventos que recebem o apoio da Prefeitura de Manaus, por meio da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult), neste fim de semana. Neste domingo, 28/10, acontecerá a 2ª edição do Festival de Verão, realizado na zona Leste da capital. O evento será realizado a partir das 18h, na rua Carlos Souza, no bairro Alfredo Nascimento.

Integrante da equipe de organizadores do evento, Marcos Felipe Costa mencionou sobre a realização do Festival de Verão no bairro, que visa envolver os moradores do bairro e das adjacências em uma programação animada e solidária.



“Esse evento foi um meio que encontrei de mobilizar a população para uma ação solidária e também, de trazer mais alegria, animação para esse lugar, algo que seja bacana e agradável para todos. Esse é o segundo ano que realizamos e a expectativa não poderia ser melhor”, disse Marcos Felipe.

A ação solidária no evento arrecadará cestas básicas para doação às famílias carentes. O festival contará, ainda, com as atrações Swing do Arrocha, Forró Festança e Forró na Pegada.

Zona Oeste

Ainda neste fim de semana, acontece o evento sociocultural da comunidade São Raimundo, o Celebra Jovens. O evento acontecerá neste sábado, 27/10, a partir das 19h, na Quadra Poliesportiva Edmilson Santos, situada na rua Virgílio Ramos, no bairro São Raimundo.

A programação, voltada para jovens, unirá em um encontro, manifestações culturais entre apresentações de danças, teatro, além de adoração e louvores.

SERVIÇO

O quê: 2ª edição do Festival de Verão

Quando: Neste domingo, 28/10

Horário: Das 18h às 0h

Onde: Rua Carlos Souza, no bairro Alfredo Nascimento, zona Leste.

Quanto: Gratuito

O quê: Celebra Jovens

Quando: Neste sábado, 27/10

Horário: Das 19h às 23h

Onde: Quadra Poliesportiva Edmilson Santos, localizada na rua Virgílio Ramos, no bairro São Raimundo.

Quanto: Gratuito

Campanha termina sem debate e política vira rivalidade entre torcidas

Campanha termina sem debate e política vira rivalidade entre torcidas

Os 147 milhões de brasileiros que estão aptos a votar chegam hoje (28) às urnas sem terem tido a oportunidade de ver os dois candidatos que pleiteiam o maior cargo do país exporem os detalhes de suas propostas de governo. Também não puderam ver questionada a viabilidade delas.

A ausência de debate  num segundo turno de disputa pela Presidência da República é inédita na redemocratização – e talvez seja a síntese da eleição de 2018, em que a racionalidade e a maturidade política estiveram, como nunca, distantes.



Mesmo liberado pelos médicos, Jair Bolsonaro (PSL) optou, como estratégia de campanha, por não correr o risco de perder, com sua impulsividade, pontos nos debates.

O eleitor não sabe dizer o que Bolsonaro ou seu adversário Fernando Haddad (PT) farão imediatamente, caso assumam o Palácio do Planalto, para, por exemplo, reverter o desemprego, que atinge 13 milhões de trabalhadores e suas famílias.

Ninguém tem na ponta da língua a grande medida de seu candidato, mas qual brasileiro, incentivado pela propaganda de seus presidenciáveis, não discutiu ou ouviu falar do risco iminente de o Brasil virar a caótica Venezuela ou voltar a ser uma ditadura? E o destino tenebroso ocorrer, paradoxalmente, como resultado do voto – exatamente o clímax da democracia?

Um catastrofismo que não resiste a uma breve análise histórica ou a fatos ocorridos ontem mesmo, que reiteram a força das instituições brasileiras. Reafirmada, por exemplo, quando o STF proíbe a invasão policial das universidades e a Justiça impõe tornozeleira eletrônica para o coronel da reserva que ameaçou e xingou magistrados.

Regada a fake news, que já inscreveu no futuro do PSL uma investigação por crime eleitoral, a campanha presidencial de 2018 foi certamente a mais violenta, a começar pela facada levada por Bolsonaro.

Violência que, apesar de condenada pelos candidatos, ganhou espaço nas ruas, na forma de animosidade entre torcidas. Os registros mostram que hooligans pró-Bolsonaro pontificaram.

No último dia de propaganda eleitoral, os dois candidatos mantiveram, na voz dos locutores, os pesados ataques mútuos. Foi a eleição em que se pediu mais o voto contra o adversário do que a favor da própria candidatura. Basta lembrar os movimentos #EleNão versus #PTNão.

O tom impressionista e emocional predominou nos discursos e o imaginário foi longe na campanha. A ponto de a Justiça Eleitoral ter de mandar um candidato parar de se apresentar com a cara de outro. Hoje, abertas as urnas, se imporá para o vencedor o Brasil real. Com informações da Agência Brasil.

Pelas quartas, Liga do Mauazinho, Santa Etelvina e Alvorada garantem vaga na semifinal da Copa Interbairros Sub-19

Pelas quartas, Liga do Mauazinho, Santa Etelvina e Alvorada garantem vaga na semifinal da Copa Interbairros Sub-19

Liga do Mauazinho, Santa Etelvina e Alvorada, estão classificados para semifinal da Copa Interbairros de Futebol Sub-19. Os vencedores passaram por seus adversários pelas quartas de final, neste sábado, 27/10, no campo do Clube dos Empregados da Petrobrás (Cepe), no Distrito Industrial, Zona, Zona Sul da cidade. A competição é uma realização da Liga Regional Desportiva da Amazônia (Lirdam), que ainda definirá a data, horário e local, da última partida das quartas, entre Cidade Nova e Crespo, em sorteio na quinta-feira, 1º/11.

Vice-campeão da primeira edição da Copa Interbairros, chegando na final invicto, o Santa Etelvina vai lutar mais uma vez pelo título da competição. Depois de uma partida difícil no empate com Castanheira no tempo normal em 2 a 2, a vitória só veio na cobrança alternadas, por 5 a 4.



O treinador do Santa Etelvina, Carleandro Freitas, conhecido como Kiki, disse que foi um jogo muito difícil, mas no final o elenco conseguiu superar as dificuldades e garantir a classificação. Para ele, o time mostrou seu potencial, pois não consegue treinar, devido os compromissos dos jogadores fora de campo.

“A vitória foi importante, porque nós sabíamos que nosso adversário era de qualidade. Na minha opinião, a partida foi bom no tempo normal, porque o árbitro teve pulso e soube conduzir o jogo bem. Os jogadores estudam e trabalham, não temos para treinar e nenhum problema de droga ou outra coisa. A maioria são responsáveis, e sempre digo que esporte é vida, unindo trabalho, família e futebol”, disse Kiki, que somou sua terceira vitória na Copa.

Mesmo jogando com dois jogadores a menos a maior parte do jogo, o Alvorada com uma equipe mais entrosada, com bons valores individuais e tecnicamente melhor, passou fácil pelo Aleixo por 3 a 0. Para o zagueiro Pará, campeão da Copa pelo Crespo em 2016, mas com passagem por Nacional, Cliper Clube e Sul América, explicou o fato de ter jogado com jogadores a menos em campo.

“O jogo já estava acirrado, ambas as partes tiveram oportunidades de fazer o gol, e com essas duas expulsões dificultou um pouco para nós. Mas estávamos motivados, e com fato que aconteceu ficamos mais ainda. Com algumas substituições, o jogo mudou, e botamos a bola no chão, e os gols começaram a sair naturalmente. Só temos agradecer a Deus pela vitória de hoje (sábado)”, comemorou.

Resultados das quartas de final:

Mauazinho 1×1 Lírio do Vale

*Pênaltis: Mauazinho 5×4 (classificado)

Santa Etelvina 2×2 Castanheira

*Pênaltis: Santa Etelvina 5×4 (classificado)

Alvorada 3×0 Aleixo

*Alvorada (classificado)

Veja o que pode e não pode neste domingo na hora de votar

Veja o que pode e não pode neste domingo na hora de votar

Os eleitores irão às urnas neste domingo (28) em todo o país para escolher o futuro presidente. Pela Lei Eleitoral, os eleitores precisam respeitar algumas regras nos locais e no dia da votação.

O eleitor pode demonstrar a preferência por um candidato, desde que seja de maneira individual e silenciosa. São permitidas bandeiras sem mastro, broches ou adesivos no local de votação. Uso de camisetas foi liberado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O eleitor poderá usar a camiseta com nome de seu candidato preferido, sem fazer propaganda eleitoral a favor dele. A camiseta não pode ser distribuída pelo candidato.



O eleitor pode levar, em papel, os números dos candidatos anotados. A cola eleitoral (imprima aqui) é permitida e recomendada pela Justiça Eleitoral. Em 13 estados e no Distrito Federal, além de presidente, os eleitores vão escolher governadores. Em 19 municípios, os eleitores vão votar para governador, presidente e prefeito. Não é permitida a “cola” em celular na hora de votar.

Na cabine de votação, celulares, máquina fotográficas, filmadoras ou outro dispositivo eletrônico não são permitidos. Os equipamentos podem corromper o sigilo do voto, ou seja, não pode tirar selfie na hora da votação ou tirar foto do voto. O eleitor que baixou o e-Título vai apresentá-lo ao mesário e depositará o celular em uma mesa enquanto estiver na cabine de votação. Ao final, o aparelho será devolvido pelo mesário.

O eleitor com deficiência ou mobilidade reduzida poderá contar com o auxílio de pessoa de sua confiança na hora de votar, mesmo que não tenha feito o pedido antecipadamente ao juiz eleitoral.

Uso de alto-falantes, caixas de som, comícios e carreatas são proibidos.

Tentar convencer um eleitor a votar ou não em um candidato é proibido. A propaganda de boca de urna também não é permitida. São consideradas boca de urna, por exemplo, a distribuição de panfletos e santinhos de candidatos, a aglomeração de pessoas usando roupas uniformizadas ou manifestações nas proximidades das zonas eleitorais.

A legislação eleitoral proíbe a venda de bebida alcoólica das 6h até as 18h no dia da eleição. No entanto, cabe a juízes e às Secretarias de Segurança Pública de cada unidade da Federação decidirem sobre a proibição da venda e do consumo nos estados ou até em cidades. Com informações da Agência Brasil.

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