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Dono do Big Amigão Cristiano Cordeiro é um dos presos pela PF

30 de junho de 2020 10:330 comentários

O empresário e proprietário da rede de supermercados ‘Big Amigão’ Cristiano da Silva Cordeiro é um dos presos da Operação ‘Sangria’ deflagrada pela policia federal na manhã desta terça – feira (30) na capital Amazonense. ‘Cristiano’ é apontado como financiador da compra dos ventiladores mecânicos revendidos a preço superfaturados através FJAP e CIA LTDA empresa de vinho para a Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (Susam).



Mas o empresário já é conhecido por envolvimento em outros esquemas que envolvem dinheiro público. Como parte da operação ‘Sangria’ a policia federal foi até ao supermercado ‘Big Amigão’ na zona Norte da capital, para cumprir mandados de busca e apreensão.

Outras prisões que envolvem o empresário por envolvimento por desvio de dinheiro público.

O empresário Cristiano da Silva Cordeiro era considerado a “saúva-rainha” pela PF. É dele o grupo de empresas com maior movimentação no esquema: a Gold Distribuidora de Alimentos, a Norte Distribuidora, a Distribuidora Petrolina, a Global Logística e a Big Norte.

O superintendente da Polícia Federal no Amazonas, Kércio Pinto, citou ainda outros três empresários amazonenses como líderes dos outros grupos: Lamarck Barroso de Souza, Ricardo de Oliveira Lobato e José Maurício Gomes Lima, irmão de Cristiano da Silva Cordeiro.

Cordeiro comandava o esquema pelo qual as empresas se juntavam para oferecer gêneros alimentícios a órgãos federais, estaduais e municipais. “Eles fraudavam licitações para merenda escolar, para refeições do Exército e também para a de ribeirinhos, durante a seca do ano passado, por meio de licitação com a Conab, que fornecia as cestas para o governo estadual”, disse Pinto.

O delegado responsável pela Operação Saúva, Jocenildo Cavalcante de Carvalho, informou que houve fraude na compra de pelo menos 230 mil das cestas básicas distribuídas aos ribeirinhos em 2005. “Além de terem favorecido uma empresa para a venda das cestas, foram colocados alimentos vencidos, arroz com bichos, tudo impróprio para consumo”, disse o procurador do Ministério Público Federal Frederico Pellucci, que acompanha as investigações.

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