Feiras de Pescado vendem 80% a mais que em 2017

Feiras de Pescado vendem 80% a mais que em 2017
O Governo do Amazonas, por meio da Agência de Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (ADS), vinculada à Secretaria de Estado de Produção Rural do Amazonas (Sepror), e responsável por todas as ações de comercialização dentro do Sistema Sepror, comemora o aumento de  80% na venda de peixes nas Feiras do Pescado, durante a Semana Santa de 2018, em relação à ação realizada em 2017. Neste ano, foram comercializadas 107 toneladas de peixes, enquanto que no ano passado o registro é de 60 toneladas.
 
Para o presidente da ADS, Lúcio Flávio do Rosário, as ações do Sistema Sepror ganharam definitivamente a confiança da população e isso reflete no resultado da Feira do Pescado, assim como nas demais ações da ADS. “Todo o trabalho voltado para o bem-estar e segurança alimentar da população, graças a Deus, tem surtido efeitos muito positivos. Todo o Sistema Sepror está de parabéns pela Feira do Pescado deste ano”, enfatizou.
 
No ano passado, a Feira do Pescado foi realizada em quatro pontos da cidade. Neste ano, mais um ponto foi oferecido para a população, totalizando cinco. A intenção do Governo do Amazonas, via Sistema Sepror, foi diminuir o máximo possível o deslocamento das famílias que fossem sair de casa para comprar peixe, como é tradicional entre os cristãos nesse período.
 
O gerente de Comercialização de Pescado da ADS, Tomaz Munhoz, afirma que o quinto ponto, no Shopping Phelippe Daou, foi um acerto não apenas pela demanda da Semana Santa, mas pela preferência da população em consumir peixes. “Nossa população foi perfeitamente atendida pelo Feirão do Pescado e, por isso, iremos ter um espaço permanente para a venda de peixes, do piscicultor diretamente para o consumidor”, garantiu.
 
Estrutura – O Feirão do Pescado 2018 contou com um total de 53 expositores, distribuídos em cinco locais contabilizando um total comercializado de 107,1 toneladas de peixes diversos, principalmente das espécies Tambaqui, Matrinchã e Pirarucu. A presença de tratadores especializados na retirada de espinhas foi outro acerto da coordenação.
 
“As pessoas prezam pelo peixe novo, com certeza. Mas, hoje, querem também muita qualidade e de preferência, no caso de Tambaqui e Matrinxã, comprar peixes sem espinhas”, explicou o engenheiro de pesca Daniel Borges, da Secretaria Adjunta de Pesca da Sepror (Sepa), que deu total apoio às ações do Feirão.
 
Espécies mais comercializadas – Os peixes foram comercializados na seguinte proporção: Tambaqui, 76 toneladas; Pirarucu, 17 toneladas; Matrinchã, 10 toneladas; e pescado beneficiado quatro toneladas. Entre os cinco pontos de vendas (Avenida do Samba, CSU do P10, Centro da Família da Cidade Nova, Feirão Sepror e Shopping Phelippe Daou), o ponto com maior comercialização foi o do bairro Alvorada na zona Centro Oeste da capital, onde foram comercializadas 29 toneladas de peixes.
 
“Foi uma ação vitoriosa de todo o Sistema Sepror. Conseguimos atender a população e, ao mesmo tempo, gerar renda para os trabalhadores da piscicultura. Esse é o papel de todos nós do Sistema Sepror, dar qualidade de vida à população”, ressaltou o secretário de Estado de Produção Rural, José Aparecido dos Santos.

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