Luiz Castro anuncia apoio ao movimento de servidores públicos estaduais

Luiz Castro anuncia apoio ao movimento de servidores públicos estaduais

Os movimentos de servidores públicos estaduais (profissionais das áreas de Educação, Saúde, administrativos e agentes penitenciários) que reivindicam a recuperação das perdas salariais ocorridas desde o ano de 2014, receberam o apoio do deputado estadual Luiz Castro (REDE), em discurso da tribuna da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), na manhã desta quarta-feira (28).

Segundo Luiz Castro, esses profissionais estão unidos em torno da defesa de seus direitos como, também, o corpo docente, administrativo e de técnicos dos quadros da Universidade do Estado do Amazonas (UEA). “Eles recebem nosso apoio a essa luta, pois têm o direito de reivindicar do governo do Estado a recomposição das perdas salariais ocorridas durante a vigência desses quatro anos”, declarou Luiz Castro.

O deputado lembrou que o atual governador Amazonino Mendes (PDT), em sua campanha política, foi muito claro em dizer que iria reconstruir o Amazonas. “Ele fez essa promessa, um pouco messiânica, mas o fez, gerando grande expectativa, estando agora, colhendo, inclusive, parte dos efeitos de seu próprio discurso de mostrar na campanha que poderia resolver os mais graves problemas em seu governo de um ano”, sustentou Castro.

“Em vista disso, não é justo que os profissionais que atuam nas áreas de Educação, Saúde e demais áreas, sejam excluídos das prioridades do governo em sua reorganização sistêmica que precisa de fato começar a promover. Nosso apoio é garantido, pois entendemos que a greve é legal com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam) dando o caminho da legalidade esperando-se apenas que o Judiciário resolva essa situação com equilíbrio e verdadeiro senso de Justiça”, observou o parlamentar.

Violência

Luiz Castro finalizou seu discurso mostrando preocupação, também, com os indicadores da violência na política. “O ambiente está ficando extremamente intolerante e agressivo”, disse ele, acrescentando ser necessário “defender a democracia, com o direito das pessoas se manifestarem e jamais permitir que ocorra a violência física, ofensa moral e pessoal, pois esse tipo de violência não faz parte de um processo civilizado de se debater as diferenças para lutar e disputar o espaço política e, com isso, conseguir convencer ou ser convencido no processo política. A violência que ora campeia no Brasil é errada, negativa e caminha para se tornar numa barbárie”.

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