Luiz Castro apoia a suspensão do plano de reordenamento da saúde

Luiz Castro apoia a suspensão do plano de reordenamento da saúde

Em pronunciamento no plenário da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), nesta quinta-feira (30), o deputado Luiz Castro (REDE) definiu como “decisão acertada”, a recomendação do Ministério Público do Amazonas (MP-AM) e do Ministério Público Federal (MPF-AM), ao governo do Estado, que suspenda, por 90 dias, a adoção de medidas de reordenamento da rede pública de saúde.

Nesse período, os órgãos pedem que seja elaborado um estudo detalhado dos contratos vigentes na área da saúde para avaliar a efetividade e possível redução de custos, antes da implementação da proposta de reordenamento do setor. “A Justiça entendeu que governo do Estado tem que primeiro cumprir o seu dever de casa e fazer um diagnóstico de gastos e custeio na área de saúde antes de fechar Caics, Caimis e desativar SPAs”, disse o deputado.

Luiz Castro reconhece que a saúde pública não está uma maravilha, mas pelo menos tem um atendimento, ainda que seja mínimo, direcionado para alguns segmentos fundamentais da população, como crianças e idosos. “Se for tirado, com o fechamento de Caimis e Caics, a situação tende a piorar”, enfatizou, ressaltando que até então, o governo do Estado apresentou “uma mera proposta, não um plano verdadeiro”.

Segundo o deputado, não consta na proposta do governo, como será o reordenamento do ponto de vista de custos em cada uma das unidades, número de profissionais, metas de atendimentos e o fluxo de atendimento das unidades que forem desativadas total ou parcialmente.

 “Foi apresentada apenas uma ideia, sendo que a mesma foi rejeitada pela população”, frisou.

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