Luiz Castro repercute assassinato do policial militar Paulo Sergio Portilho

Luiz Castro repercute assassinato do policial militar Paulo Sergio Portilho

A morte do policial militar Paulo Sergio Portilho foi repercutida pelo deputado Luiz Castro (REDE), nesta quarta-feira (31), no plenário da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam). O policial estava desaparecido desde a última sexta-feira (26) e foi encontrado enterrado na invasão chamada Buritizal Verde, no bairro Nova Cidade, Zona Norte, na tarde de terça-feira (30).

Segundo o parlamentar, conforme relatos da polícia, tudo indica que o PM foi morto por delinquentes em retaliação à prisão de outros delinquentes. O deputado Luiz Castro defende que é preciso reconhecer e valorizar os policiais militares que atuam na defesa da sociedade, em condições extremamente desfavoráveis. “Quando falece um soldado nessas circunstâncias toda a sociedade sai perdendo, porque mostra que a polícia perdeu para os bandidos”, lamentou.

Quanto ao fato de vários casebres de madeira terem pegado fogo na invasão onde, horas antes, foi encontrado o corpo do policial militar, cujos moradores acusaram os policiais de terem ateado fogo nas casas como uma represália pela morte do policial, Luiz Castro discorda de tal ato. “Não posso defender a retaliação, a vingança nunca foi justiça”, frisou.

Solidariedade

Sobre o episódio ocorrido na manhã de terça-feira (30), na Câmara Municipal de Manaus (CMM), envolvendo a vereadora Joana e D’arc (PR) e o presidente Wilker Barreto (PHS), Luiz Castro saiu em defesa da vereadora, por entender que algumas regras de educação e bom senso devem ser mantidas. “Elas não estão inscritas dentro de um regimento interno, mas dentro da consciência das pessoas de respeitar e tolerar até mesmo aquilo que lhes desagrada num processo democrático”, disse.

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